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CPMF - CHEGA DE IMPOSTOS

CPMF - CHEGA DE IMPOSTOS

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

PRIVATIZAÇÃO TOTAL DO DAAE ESTÁ PERTO

"Os políticos e as fraldas devem ser mudados frequentemente, e pela mesma razão!"
                                                                                                           (EÇA DE QUEIROZ)


Podem até dizer que não, mas depois dessa semana não dá mais para duvidar. Começamos com a terça-feira negra para a Democracia, quando, assistimos um empate suspeito na votação do primeiro Projeto de Lei de Iniciativa Popular da cidade de Rio Claro.
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Talvéz seja o primeiro e único Projeto do Povo, pois, depois do que aconteceu, principalmente pela incoerência dos politicos que antes eram a favor e hoje são contra (ou omissos), será que os cidadãos rioclarenses confiarão suas assinaturas em um novo movimento como este?
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Foram seis votos favoráveis e seis contrários, em um desenho muito bem articulado na tentativa de mascarar o que realmente acontece por de trás dos bastidores. Claro que alguns votos favoráveis, assim votaram, não por convicção, mas pelo mesmo oportunismo barato que alguns, até o ano passado, eram ferranho defensores da vontade do povo, demonstrando uma clara disputa politica.
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Tentam enganar, mas está na cara que os votos da ala governista foram distribuidos para camuflar o tamanho da incoerência desse recém empossado governo, apenas 8 meses de administração.
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Nem tudo ainda estava perdido, pois, já tramitava pela Câmara uma outra emenda a Lei Orgânica, mais simplificada, mas com o mesmo propósito, contrário a privatização da água, a qual foi proposta e assinada pelos Vereadores Sérgio Desiderá e Raquel Picelli do PT, Maria do Carmo, Ricardo Campeão e Pitico do Bar, do PMDB
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Contudo, na última quinta-feira a tarde, foi confirmado que a nossa salvação havia sido arquivada e isso porque os vereadores do PMDB, partido do Prefeito, retiraram suas assinaturas da emenda por eles apresentada, e com apenas as assinaturas dos vereadores do PT, não poderia ser levado para votação de acordo com o Regimento da Câmara.

Estranho nisso foi que dias antes a vereadora Maria do Carmo, que se empenhou muito na coleta de assinaturas contrárias a privatização e votou a favor do Projeto de Lei Popular, mesmo depois de PROTELAR a votação com pedidos de vistas por duas vezes, retirou sua assinatura dessa nova emenda. Só podemos concluir que seu voto favorável na terça feira, foi pura cena, já que sabia que não seria aprovado. O povo não é tonto não vereadora e estamos de olhos abertos, viu?!?

Agora, para colocar à prova os votos daqueles que se diziam a favor da Emenda Popular, excluindo a vereadora Maria do Carmo que já deixou claro não ter mais interesse, vai ai UM DESAFIO.
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Senhores vereadores, SÉRGIO DESIDERÁ, RAQUEL PICELLI, SÉRGIO CARNEVALE, JUNINHO DA PADARIA, VALDIR ANDREETA, número exato, elaborem uma nova Proposta, com o mesmo tema e pequenas alterações, protocolem, desejamos insistir no assunto para ver até aonde vai a "CARA DE PAU" dos nossos políticos.
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Encarem como DESAFIO pois queremos saber até aonde querem enganar a população de Rio Claro. Vamos saber se o voto contra a privatização não é mera encenação e politicagem.
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Podemos ter ido a lona mais essa vez, mas não fugimos do RINK!
Estamos assistindo o palco montado e seus principais atores em cena. O chororo imenso, usando o estado financeiro no município, agora será a desculpa para alegar que a privatização da água é inevitável e ainda usarão o ex Prefeito como bode espiatório do que já estão decididos a fazer.
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Logo, todos estarão lá na inauguração da Estação de Tratamento de Esgoto do Conduta, construída pela antes combatida PPP, que se utilizou-se das verbas do PAC, programa do companheiro Lula. Será possível ver nesse mesmo palanque, a turma do atual governo municipal (PMDB e PT), rasgando seda para o Presidente operário e a candidata a sucedê-lo, Dilma. E quem sabe ali também não esteja o responsável pela primeira Parceira Público Privada. Ele mesmo, o Sr. Nevoeiro, a quem os olhos e as palmas se voltarão.    
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SAIU NO GUIA GUIA RIO CLARO
"Mico da Privatização pode recair sobre o PT " Leia...

O JORNAL PUBLICOU
"O Projeto de Iniciativa Popular" Leia...
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quarta-feira, 2 de setembro de 2009

PARTIDOS DO PREFEITO E DO PRESIDENTE DO SINDICATO, DERRUBAM INICIATIVA POPULAR


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Era necessário 8 votos para marcar na história, o dia 01 de setembro de 2009. Pela primeira vez em Rio Claro, a população, depois do dever cívico de votar, poderia ver a sua vontade transformada em Lei, que ao contrário de tantas outras, estamparia o verdadeiro interesse do cidadão.
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O resultado da votação do Projeto de Lei de Iniciativa Popular, contra a politica do "entreguismo", a privatização dos serviços públicos de água, esgoto e erradicação de endemias, foi um empate de 6 votos, favoráveis e contrários, significando a sua derrubada.
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A data poderia ser marcada de forma positiva, mas, ao contrário, muito negativa e agravada, pela postura omissa de duas peças chaves.
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O Prefeito Dú Altimari do PMDB, que até o ano passado engajava a frente contra o desmanche na máquina pública, poderia entervir para que os dois vereadores do seu Partido, Pitico do Bar e Ricardo Campeão,  votassem a favor, mas feito Pilatos lavou as mãos, talvés, nos efluetes contidos na ETE operada pela antes combatida PPP. Antes ele juntava aos sindicatos nas sessões da Câmara para pedir a aprovação da Proposta, mas ontem não foi visto ou ouvido. Onde estava ele, a procura ou na companhia do desaparecido BELCHIOR?
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Novamente o folclórico SENHOR ZERO 1, criado pelo Guia Rio Claro, ou seja, o Presidente do Sindicato dos Servidores Municipais, Tú Reginato, também Presidente do PTB local, poderia ter mudado a história fazendo com que seus vereadores, Pereira e Sivaldo Faisca, completassem os votos necessários contra as terceirizações, mas, de acordo com o seu vice licer de bancada e que foi a Trinuna depor contra o Projeto, foi consultado a respeito e este pseudo sindicalista, ficou em cima do muro mais uma vez sem se posicionar de forma clara e conclusiva.
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LEIAM O QUE SAIU NO GUIA RIO CLARO:
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A ORDINÁRIA NA NOITE DOS QUE SE LIXEM
Publicado em 02/09/2009 por www.guiarioclaro.com.br

A frase do deputado federal Sérgio Moraes, do PTB do Rio Grande do Sul, que recentemente ganhou repercussão nacional e indignou os brasileiros, sintetiza a decisão da Câmara Municipal de Rio Claro, que simplesmente ignorou a vontade manifestada por sete mil rio-clarenses e sepultou o projeto de iniciativa popular que proibia a privatização, concessão ou permissão de serviços públicos à iniciativa privada.
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A votação do polêmico projeto – que teve origem em 2007 na tentativa de barrar a parceria público-privada (PPP) firmada pelo ex-prefeito Nevoeiro Junior (DEM) para tratamento de esgoto – terminou empatada e como dependia de dois terços dos vereadores, a proposta que mudava a Lei Orgânica do Município foi enterrada.
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Votaram a favor do projeto: Maria do Carmo Guilherme (PMDB), Raquel Picelli (PT), Sérgio Desiderá (PT), Juninho da Padaria (PR), Ségio Carnevale (DEM) e Valdir Andreeta (PR). Contra: José Pereira de Souza (PTB), Julinho Lopes (PP), Mônica Hussni Messetti (DEM), Pitico do Bar (PMDB), Ricardo Campeão (PMDB) e Sivaldo Faísca (PTB).
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ESTRATÉGIA
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A aprovação do projeto de iniciativa popular que interessava ao peemedebistas e ao petistas quando faziam oposição ao ex-governo, já não interessava agora que estão no comando do Executivo, com Du Altimari (PMDB) e Olga Salomão (PT).
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Na tentativa de garantir a derrubada do projeto e, ao mesmo tempo, preservar o histórico dos nomes de maior peso eleitoral das duas legendas – Maria do Carmo, Sérgio Desiderá e Raquel Picelli – foram escolhidos dois vereadores já desgastados dentro do PMDB para o “sacrifício”: Ricardo Campeão e Pitico do Bar, que agora carregam o estigma de formar a banda podre do partido.
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Mônica Hussni, mesmo preocupada com a opinião pública, manteve a coerência ideológica e votou contra. Outra postura também não se esperava de Julinho Lopes, já que o vereador é empreiteiro e não votaria contra o seu próprio patrimônio.
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Ainda faltavam dois votos e, para assegurar a derrubada do projeto, o Executivo contou – como sempre – com os votos da bancada do PTB, que foi contemplado com a criação de uma nova secretaria municipal (Mobilidade Urbana) e, segundo Ricardo Campeão, mudou de lado após as eleições, ou seja, é adesista.
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Como parte do jogo político, os vereadores de oposição (Carnevale, Andreeta e Juninho) adotaram a estratégia de votar pela aprovação do projeto, não por convicção – muito pelo contrário – mas para forçar a base de sustentação do governo a expor sua incoerência e a rasgar as promessas de campanha.
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INCOERÊNCIA
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Além de mostrar que o deputado gaúcho do “que se lixe o povo” fez escola em Rio Claro, a derrubada do projeto evidenciou, como fratura exposta, a incoerência de partidos e políticos que mudam de posição ao sabor dos ventos.
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Maria do Carmo era líder da bancada do PMDB na Câmara durante o governo Nevoeiro e, na época, votou a favor do projeto da PPP do DAEE. Apesar disto, pouco tempo depois assinou e ajudou a coletar assinatura ao projeto que pretendia barrar qualquer tipo de concessão dos serviços públicos.
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Sérgio Desiderá e Raquel Picelli, que na oposição eram ferrenhos defensores do projeto, mudaram de opinião no governo da Frente Progressista (PMDB/PT) alegando que o texto final precisava ser alterado para não engessar a máquina administrativa. Na votação de terça-feira (01), pressionados pelas bases, mudaram de posição novamente e, enfim, votaram a favor do projeto.
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Além do PMDB e do PT, a proibição de privatização dos serviços públicos contou durante todo o processo com o apoio do Sindicato dos Funcionários Públicos Municipais, presidido por Tu Reginato, que também é presidente do PTB e liberou os vereadores de seu partido a derrubarem o projeto, que o funcionalismo defendia.
(GRIFO NOSSO)
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6 x 6, NA CÂMARA O POVO NÃO TEM VEZ
Publicado em 02/09/2009 por http://www.guiarioclaro.com.br/
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Clima quente, falta de decoro e muita gritaria por parte dos inflamados. Esse foi o tom da discussão em torno do primeiro projeto de iniciativa popular de Rio Claro que, na verdade, não ocorreu na seção Ordinária desta terça-feira (1º). Na pauta, a votação com mais de três anos de atraso, o projeto de iniciativa popular que previa o fim das privatizações e concessões nos serviços público municipais. Para ser aprovado, o projeto precisava de oito votos, ou seja, dois terços dos vereadores.
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Ao todo, o projeto reuniu mais de 7.100 assinaturas contrárias a privatização e a formação de parcerias público privada, formalizado por ocasião das discussões políticas em torno a PPP do Daae, proposta e aprovada pelo então prefeito Nevoeiro.
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A cena dantesca começou com a inusitada posição de Valdir Andreeta que enquanto presidente da Casa na gestão anterior fez de tudo para evitar que o projeto fosse para votação. Agora, na oposição, alardeou para todos os cantos ser favorável ao primeiro projeto de iniciativa popular da história de Rio Claro e insuflou os vereadores petistas a manterem a coerência e votarem em favor do projeto. Carnevale, também da oposição, soltou o verbo e tergiversou sobre nomes de famílias ilustres que compunham a lista de assinantes, pinçando dela alguns nomes que compõem a atual administração.
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Em determinado momento, o clima esquentou e, aturdida, Mônica Hussni, presidente da Casa, mostrou-se despreparada para conter o bate boca e, sem saber como frear o palavreado, também levantou a voz contra Carnevale. Apartes daqui e dali e nada. Um verdadeiro circo se armou sobre os ânimos inflamados. De fundo, nenhuma discussão séria se fez presente.
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Coube ao vereador Faísca defender a não-aprovação. Ocupou a tribuna, balbuciou algumas palavras que ninguém entendeu, confundiu o trabalho do vereador com o de assistente social e, ao final, afirmou: encaminho meu voto contrário ao projeto.
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Desiderá, como sempre, ocupou o púlpito em tom solene e defendeu a posição do seu partido, o PT. Tentou explicar as diferenças entre privatização, concessão e permissão, sem deixar claro o que esta diferenciação contribuía para a discussão e encaminhou-se favorável ao projeto.
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Depois do misencene, a votação. Coube ao vereador Ricardo Campeão (PMDB) da base governista do prefeito Du Altimari, sacramentar o empate e a conseqüente não aprovação do projeto, ainda que durante a campanha Altimari tenha se pronunciado contrário às privatizações e, no início do governo, levantado bravatas afirmando em texto pessoal que a água de Rio Claro pertence ao povo.
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Votaram contrários ao projeto de iniciativa popular os vereadores Pereirinha, Mônica Hussni, Ricardo Campeão, Sivaldo Faísca, Valdenir Pitico e Júlio Lopes. Favoráveis a aprovação, os vereadores Valdir Andreeta, Sérgio Carnevale, Sérgio Desiderá, Raquel Picelli, Maria do Carmo e Juninho da Padaria.
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OH PRO CÊISSSSS, OHHHHHH!!!!!









Prefeito Dú Altimari (PMDB)
Antonio Fernando David Reginato (Tú Reginato)
Presidente do PTB de Rio Claro e do Sindicato dos Servidores Municipais de Rio Claro 










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Vereadores
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Jornal Cidade:
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